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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10229/9719

Title: Qualidade de vida e estratégias de enfretamento em pacientes submetidos a transplante renal
Authors: Leda Maria Branco Ravagnani
Maria Cristina de Oliveira Santos Miyazaki
Neide Aparecida Micelli Domingos
Geraldina Porto Witter
Keywords: PSICOLOGIA
Qualidade de Vida
Transplante Renal
Estratégias de Enfretamento
Calidad de Vida
Quality of Life
Transplante de Rim
Trasplante de Riñón
Kidney Transplantation
Adaptação Psicológica
Adaptación Psicológica
Psychological Adaptation
Doença Crônica
Enfermedad Crónica
Chronic Disease
Psicologia
Psychology
Comportamento
Conducta
Behavior
Acontecimentos que Mudam a Vida
Acontecimientos que Cambian la Vida
Life Change Events
Issue Date: 7-Oct-2002
Publisher: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da FAMERP
Abstract: A qualidade de vida tem sido freqüentemente estudada em pacientes crônicos e as estratégias por eles utilizadas para lidar com a doença e tratamento parecem influenciar seu bem estar geral. Este estudo teve como objetivo comparar a percepção do paciente sobre qualidade de vida em dois momentos diferentes, pré e pós-transplante renal, e identificar as estratégias de enfretamento utilizadas por ele após o transplante. Foram objetivos específicos do estudo: 1. Caracterizar pacientes submetidos à transplante renal; 2. Comparar qualidade de vida de pacientes transplantados com enxerto funcionante nos pré e pós cirurgia; 3. Identificar principais estressores e estratégias de enfretamento nesses pacientes. Métodos: no período de outubro de 1999 a janeiro de 2002, foram estudados 17 pacientes (nove do sexo feminino), com idade entre 23 e 55 anos (im: 38 anos; dp: 8,12), submetidos a transplante renal (doadores vivos e cadáver) que evoluíram com enxerto funcionante, com segmento no período de 3 m- 29 meses. Nota de Resumo Foram utilizados na avaliação o inventário de qualidade de vida sf-36, inventário de enfretamento e um roteiro de entrevista (pré pós-transplante). Resultados: não houve diferença significante entre avaliação de qualidade de vida nos períodos pré pós-transplante para as variáveis investigadas pelo sf-36. Os principais fatores de estresse/preocupações foram: efeitos colaterais das medicações, consulta médica, alterações da imagem corporal e o tempo de hospitalização. Os pacientes tiveram tendência a utilizar mais estratégias de enfrentamento centradas na emoção, isto é, formas mais subjetivas de lidar com as dificuldades. Reavaliação positiva da situação foi a estratégia de enfretamento mais utilizada. As menos utilizadas foram fugas e esquiva do problema. Conclusão: o transplante renal não pareceu influenciar a qualidade de vida dos pacientes, havendo indicação que a qualidade de vida pode ser comprometida mesmo após o transplante, pelo estresse em relação à saúde e aos efeitos colateria do tratamento.
URI: http://hdl.handle.net/10229/9719
Other Identifiers: http://bdtd.famerp.br//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=33
oai:famerp.br:17
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